Toda reunião começa do zero
Ninguém chega sabendo como você pensa, então os primeiros vinte minutos vão para um contexto que você já explicou cem vezes.
Ghostwriting
Você já fez o trabalho. Tem as cicatrizes, os números, o critério que ninguém finge ter. E quem abre o seu LinkedIn continua sem entender nada disso em dez segundos.
Eu escrevo no LinkedIn como eu mesmo e levei o perfil do zero a 33.449 seguidores sem gastar em anúncio. Algumas pessoas me pediram para fazer o mesmo com o nome delas. É assim que funciona.
O preço do silêncio
As pessoas pesquisam você antes de responder você. Candidatos, investidores, clientes, parceiros. Um perfil vazio é um não silencioso.
Ninguém chega sabendo como você pensa, então os primeiros vinte minutos vão para um contexto que você já explicou cem vezes.
Alguém com metade da sua profundidade está definindo a sua categoria em público, enquanto o seu melhor raciocínio segue preso em thread de Slack e reunião interna.
Não é falta de capacidade de escrever. É que hoje é quinta, o trimestre está pegando fogo e aquele rascunho está aberto desde março.
O que você recebe
Só LinkedIn. Sem Instagram, sem TikTok, sem pacote de vídeo falando para a câmera, sem grupo de engajamento. Eu faço uma coisa e prefiro continuar bom nela.
A gente começa com uma conversa longa sobre como você pensa, o que você se recusa a dizer e com quem você está falando de verdade.
Título, sobre, experiência, capa. Antes do primeiro post sair, a página precisa fazer o trabalho dela sozinha.
Eu escrevo, você aprova, publica. Você nunca mais abre o app com o cursor piscando numa tela em branco.
O que funcionou, o que morreu, o que a gente muda. Se não estiver dando certo, eu falo antes de você perceber.
Como funciona
Você me diz o que quer que as pessoas concluam sobre você. Eu digo com honestidade se sou a pessoa certa para isso. Às vezes a resposta é não.
Uma sessão profunda mais tudo o que você já escreveu ou falou no palco. Volto com posicionamento, temas e três posts de amostra antes de você se comprometer com um mês.
Você lê no celular entre duas reuniões e responde sim, ou com uma linha de correção. Quinze minutos da sua semana, não cinco horas.
Mês a mês a voz fica mais afiada e os rascunhos precisam de menos ajuste. Presença se acumula do mesmo jeito que qualidade de código: devagar, e depois de forma óbvia.
Prova
Não tem logo de cliente nesta página. O que eu posso te mostrar é o meu próprio perfil, público, onde qualquer um confere os números.
A conta
O que isso devolveu
O que você recebe
Encaixe
Founders, executivos e gente sênior com entrega real por trás. Se o trabalho ainda está pela frente, coloque o dinheiro no trabalho. Eu vou te dizer isso na conversa.
Esse é o trabalho inteiro. A gente trava a voz antes de qualquer coisa ir ao ar, e eu não publico uma frase que você não diria em voz alta numa reunião de conselho.
Não. Eu pego trabalhos em que consigo acompanhar o conteúdo: tecnologia, liderança de engenharia, produto e startups. Se eu não acompanho, eu não escrevo.
Uma sessão longa no começo e depois cerca de quinze minutos por semana para revisar rascunhos. De vez em quando uma ligação curta quando acontece algo grande na sua empresa.
Não. Só LinkedIn. Se alguém te oferecer tudo em todo lugar, pergunte em qual dos canais essa pessoa é realmente boa.
Depende do ritmo e de quanta pesquisa cada post exige. Eu passo o valor na conversa, e vai ser um número, não uma faixa desenhada para subir depois.
Trinta minutos, sem apresentação de vendas, sem pressão. Na pior das hipóteses você sai com uma ideia mais clara de como deveria soar.