Você estuda tudo
Doze roadmaps, quatro cursos no carrinho, nenhuma linha de chegada. E a entrevista cai justamente no assunto que você pulou por parecer básico demais.
Mentoria
Você sabe fazer. O processo seletivo continua te tratando como mais um estranho numa pilha de quatrocentas candidaturas. São três sessões. Um plano que você consegue terminar, um perfil que as empresas realmente notam e uma busca que não vive dentro do Easy Apply.
Eu sentei em cem entrevistas até receber em dólar. Depois escrevi em público até 33.449 pessoas aparecerem. Empresa nenhuma contrata o especialista calado. Ela contrata quem ela já sente que conhece.
O vazamento
A maioria dos engenheiros com quem eu converso não está despreparada. Está sem alvo, invisível e se candidatando exatamente onde todo mundo se candidata.
Doze roadmaps, quatro cursos no carrinho, nenhuma linha de chegada. E a entrevista cai justamente no assunto que você pulou por parecer básico demais.
Título, stack, aberto para oportunidades. Recrutador bate o olho procurando sinal. Se você nunca publica, nunca vira a pessoa que ele já queria contratar.
As melhores vagas quase nunca ficam tempo suficiente naquele botão. Indicação, procura ativa e uma lista curta ganham de duzentas candidaturas no escuro.
Três sessões
A gente faz nessa ordem. Pular a sequência é voltar para o chute.
Não é mais um mapa de duzentas horas com todas as ferramentas do planeta. A gente escolhe a vaga que você quer, as lacunas que te reprovariam na entrevista e um ritmo semanal que cabe em quem já tem emprego. Fundamentos primeiro: rede, banco, memória, concorrência. Framework depois, se ainda fizer diferença.
Você sai com um plano escrito, uma lista do que parar de estudar e as entrevistas que vamos usar para saber se está funcionando.
Empresa quer contratar quem parece inevitável. Não é ser barulhento. É ser visível, específico e impossível de confundir com o próximo currículo da pilha. Eu levei o LinkedIn do zero a 33.449 seguidores sem gastar um real em anúncio. Vou te mostrar como publicar com a sua cara, e por que isso muda quem responde.
Perfil que funciona sozinho. Os três primeiros posts. Um ritmo que você segura mesmo quando a busca fica feia. Recrutador e gestor já pesquisam o seu nome. A gente faz essa pesquisa jogar a seu favor.
Candidatar-se pelo LinkedIn é um canal. É o mais barulhento e normalmente o pior. A gente monta uma lista curta de empresas, mapeia quem realmente abre portas e cria uma entrada que não termina em buraco negro. Indicação quente, abordagem que não dá vergonha alheia e como ler o mercado em vez de atualizar o mesmo feed.
Você para de medir progresso em candidaturas enviadas. Passa a medir conversas que podem virar proposta.
Encaixe
Você já entrega. Quer uma cadeira melhor, um mercado melhor ou a primeira vaga fora do país. Vai fazer a lição entre uma sessão e outra. E está cansado de estudar em círculos e se candidatar para o silêncio.
Você quer alguém para reescrever seu currículo da noite para o dia e sumir. Quer garantia de emprego. Ou nunca escreveu uma linha em produção e espera que três conversas inventem uma carreira. Eu vou te dizer isso na primeira ligação.
Dúvidas
Não. Eu não vou te vender fantasia. O que eu faço é tirar o chute de cima do que estudar, de como você aparece em público e de onde estão as vagas de verdade. A proposta ainda depende de você fazer o trabalho.
O suficiente para você sair com algo que dá para usar na mesma semana. Começamos com trinta minutos, só para eu ver se faz sentido começar.
Não. Perfil zerado é exatamente o ponto de partida. As 33.449 pessoas do meu começaram do zero. A gente constrói o hábito e o posicionamento, não seguidor de mentira.
Nos dois. Se o seu alvo é vaga internacional, a gente treina o inglês do processo seletivo também, incluindo a forma de contar o que você fez.
Eu passo o valor na conversa, como número, não como faixa desenhada para subir depois. Se a gente não combinar, a conversa continua sendo de graça.
Trinta minutos. Me conte qual vaga você quer. Eu digo se três sessões te deixam mais perto, ou se você precisa de outra coisa antes.